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PRÁTICAS DE DINAMIZAÇÃO DA LEITURA
Colectânea de Textos - 23 Novembro 2007

Organização de João Teixeira Lopes
Autores: Maria José Vitorino, Paula Sequeiros, Maria José Amândio, Bruno Duarte Eiras,

Henrique Barreto Nunes, Elisabete Brito, João Teixeira Lopes, Bárbara Aibéo, Manuela Barreto Nunes, Cristina Cruz Forte.

Sabemos como as competências leiturais abrem caminhos na educação cidadã, na motivação para a participação na esfera pública, na criação de "mundos interiores" que se projectam, tantas vezes, mercê de disposições incorporadas, em práticas emancipatórias. Sabemos, também, que os leitores não são tábuas rasas ou receptáculos vazios, mas sim agentes capazes de experimentar "estratégias textuais" que

em muito subvertem as intenções do autor (quando estas explicitamente se declaram). Contudo, não negligenciamos o que vários estudos nos têm demonstrado, nomeadamente no predomínio estudantil, dos usos instrumentais da leitura (ler com um fim determinado, normalmente associado aos curricula e ao processo de avaliação), numa espécie de reabilitação das leituras obrigatórias e na própria escolarização da frequência das bibliotecas.


Livro Práticas de Dinamização da Leitura

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LIVRO DE CONCLUSÕES FÓRUM GUIMARÃES
2010

Edição bilingue que reune os testemunhos escritos dos participantes no Fórum Guimarães, realizado em Outubro de 2009 com o tema - O papel da cultura na construção das cidades

europeias e do cenário urbano europeu. O livro conta com a participação de Francisca Abreu, Volker Hassemer, Wladyslav Piskorz, Susana Marques, Paul Scheffer, Eduardo Miralles, Álvaro Domingues, Rolf Norås, Neil Peterson, Claudino Ferreira, Ayşe Böhürler, Simon Mundy.
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MUSEU MOSTEIRO DAS ARTES DO MÓVEL - ESTRUTURA PLANO DIRECTOR
2007

Apresentação do Plano director do Museu Mosteiro das Artes do Móvel que consiste no Plano Estratégico para o estudo e projecto/programa museológico, gestão e implementação do mesmo. Este trabalho foi desenvolvido no âmbito da consultoria prestada à Vereação da Cultura do município de Paredes.

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FORNOS DE OLARIA DA CRUZ DE PEDRA
Maio de 2009

Plano Director dos Fornos da Cruz de Pedra – Interface para o Artesanato em Guimarães é uma proposta de reabilitação e refuncionalização dos Fornos da Cruz de Pedra. Este plano faz o

contexto histórico do tema e a sua mais valia patrimonial, apresentando o programa estratégico e de conteúdos e a respectiva sustentabilidade técnica e financeira da operação.

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Perfil Cultural Europeu da Cidade da Cultura de Galicia
Abril de 2009

O Perfil Cultural Europeu aqui desenvolvido para a Cidade da Cultura de Galicia é resultado da intenção de incluir no Documento Marco uma

dimensão mais global do projecto, transversal aos equipamentos culturais da Cidade da Cultura, capaz de desempenhar um papel marcante na construção de uma Europa de cidades e regiões. Perante este desafio o nosso trabalho pautou-se por integrar valores europeus fundamentais para a construção de uma sociedade artística e cultural que fosse integradora, criativa e plural, concretizando-os em propostas de acção que culminam com a redefinição de um equipamento cultural da CCG - o Centro de Enlace Cultural.

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EXPLORATÓRIO DO HOMEM
Abril de 2009

Esta edição consubstancia um esboço de ideias para a futura instalação de um equipamento de divulgação e educação para a ciência sobre o tema “A Evolução do Homem”. O documento está dividido em 2 partes: Exploratório do Homem – projecto de ideias e conceito (draft para um futuro Plano Director) e serviços a prestar para o desenvolvimento d o Exploratório do Homem.

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COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
Colecção Públicos, nº 5 - 23 de Novembro 2007

Coordenação: Luís Barbeiro
Autores: João Caraça, Ana Correia Moutinho, Frank Burnett, Luís Barbeiro, Andrea Bandelli, Filomena Naves, Nico Pitrelli, Giancarlo Brunelli, Valentina Murelli, Ana Godinho Coutinho, Mónica Bettencourt, Sofia Jorge

Araújo, Susana Lamas, Ana Rita Rodrigues.

"A ciência é importante demais para ser deixada aos cientistas", as dúvidas levantadas perante a ciência exigem um olhar atento, crítico, activo, não para questionar a autoridade do conhecimento científico, mas para enquadrar nas outras dimensões da nossa sociedade. Quando a ciência se envolve em questões éticas e sociais profundas, cabe a toda a sociedade, cientistas incluídos, a responsabilidade de determinar o seu rumo. Nas fronteiras indefinidas desta relação está a comunicação, a comunicação de

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GESTÃO CULTURAL DO TERRITÓRIO
Colecção Públicos, nº 4 - 23 Novembro 2007

Coordenação: José Portugal e Susana Marques
Autores: Roberto Gómez de La Iglesia, Luís Oosterbeek, Manuela de Melo, Elisa Babo, Pedro Costa, João Sarmento, Ana F. Azevedo, Helena Genésio, Víctor Nogueira,

Paulo Brandão, Anabela Afonso

O que aqui propomos ao leitor é uma viagem pela Gestão Cultural dos Territórios, na perspectiva do desenvolvimento, do ordenamento, do fazer política, gerir e programar equipamentos e perspectivar soluções futuras para a criatividade nesses territórios. Oferecemos visões de pensadores, políticos, técnicos, gestores, programadores que nestes últimos anos contribuíram para a construção de algumas paisagens culturais nacionais e transnacionais.


Livro Gestão Cultural do Território
 

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SERVIÇOS EDUCATIVOS NA CULTURA
Colecção Públicos, nº 2 - 23 de Novembro 2007

Coordenação: Sara Barriga e Susana Gomes da Silva
Autores: Miguel Honrado, Clara Frayão Camacho, Sara Barriga, Susana Gomes da Silva, Margarida Lima de Faria, Ana Duarte, Maria Vlachou, Fátima

Alves.

É na zona de cruzamento entre o lazer e a aprendizagem que residem alguns dos espaços mais promissores para o desenvolvimento de novos paradigmas de actuação, o que tem colocado às instituições culturais novos desafios e aberto oportunidades para o desenvolvimento de estratégias de relacionamento com os públicos, repensando e reequacionando os espaços e as formas para este encontro. Neste campo, os serviços educativos e projectos educativos têm vindo a assumir cada vez mais o papel de interfaces de comunicação com

as audiências e de lugares privilegiados para a construção de saberes e o estabelecimento de relações duradouras e exigentes.

 

Livro Serviços Educativos na Cultura

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EXPOSIÇÕES. Diferentes perspectivas
Colecção Públicos, nº 3 - 23 Novembro 2007

Coordenação: Fátima Marques Pereira
Autores: Margarida Veiga, Ana Isabel Ribeiro, Pedro Lapa, Paulo Renato Trincão, João Paulo Velez, Sérgio Mah, Ivânia Gallo, João Oliveira Rendeiro, Alexandra

Fonseca Pinho, Cristina Guerra, Pedro Oliveira, Julião Sarmento, Manuel Aires Mateus, Ana Tostões, Dario Oliveira, Mário Micaelo, Miguel Dias, José Nunes Rodrigues, Paulo Cunha e Silva, Pedro Gadanho.

A reflexão actual sobre o território da "exposição" passa, claramente, pela permanente e constante mutação da sociedade contemporânea. Hoje, os olhares e as leituras dos diferentes intervenientes no conceito de "exposição" deparam-se com a natural efervescência da transformação sistemática da sociedade, e do fluxo permanente da vida em contínuo crescimento

aos níveis cultural, social, político, económico e tecnológico. A transmutação, a transversalidade, a fusão, a independência, a curiosidade ininterrupta pelos diferentes níveis do conhecimento sustentam e acolhem  uma "nova" contextualização do conceito de "exposição".


Exposições: Diferentes Perspectivas
 

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O ACENDEDOR DE CANDEEIROS
Formação Profissional na Cultura (2002-2006)

"O Acendedor de Candeeiros" traça o percurso de 5 anos de formação profissional na cultura promovida pela SETEPÉS.Formação. Aí são apresentados os serviços, os modelos de intervenção e a oferta formativa, bem como o histórico da actividade da empresa na área da formação: 39 percursos formativos, 65 cursos, 8100 horas de formação para cerca de 900

instituições e profissionais da cultura.

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EUROPA DOS RESULTADOS
2010

Duas publicações, uma para alunos e outra para professores e formadores, do Ensino Secundário, editada em papel e on-line.
Encomendada pela Comissão Europeia, através do Centro de

Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), tem por objectivo responder às seguintes questões: Que resultados tem a União Europeia vindo a alcançar ao longo dos anos? De que modo somos influenciados pelas decisões tomadas a nível europeu? Como influencía a União Europeia as nossas expectativas de vida e de futuro?
Nesta publicações onde se contam histórias e onde alunos e professores são parte integrante do processo, a fotografia é actriz principal.

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CADERNO DO NATURALISTA
2009

Brochura que simula o caderno de anotações de Charles Darwin. Com 24 páginas, contém informação, fotos e actividades didacticas para realizar no âmbito do Serviço Educativo da Exposição DARWIN200.
 

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MANUAL TÉCNICO DE ILUMINAÇÃO PARA ESPECTÁCULOS - MANUAL DO FORMADOR e MANUAL DO FORMANDO
2008

Estes manuais pretendem apoiar um curso de formação profissional de nível III, que se dirija preferencialmente a

profissionais do sector das artes e da cultura, cujas funções compreendam a montagem e operação de sistemas de iluminação de espectáculos
 

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LEITURA(S)
2007

Colecção Públicos, nº1 - 23 Novembro 2007
Coordenação de Filipe Leal
Autores: Ana Arnold Guerreiro, Rita Dornelas, Carla Diniz, Bruno Duarte Eiras, Gaspar Matos, Maria Gabriela Cruz, Ana Paula Jardim, Carmelinda Pereira, Tatiana Sanches.

É nossa profunda convicção que a promoção da leitura deve ser assumida como a missão fundamental das Bibliotecas Públicas e das Bibliotecas Escolares em Portugal. Só através de um trabalho sistemático e

continuado, desenvolvido a longo prazo, será possível obter alterações substanciais na situação actual, caracterizada pelos baixos índices de leitura da população portuguesa.

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Ficha de Inscrição

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